A expiração da patente do Ozempic (semaglutida), no dia 20 março de 2026, marca uma mudança importante no cenário farmacêutico. Com a abertura do mercado, outros fabricantes passam a desenvolver suas próprias versões da molécula e, no Brasil, esse movimento já aparece com diversos pedidos de registro em análise na Anvisa. A tendência é de maior competitividade e ampliação do acesso, mas isso vem acompanhado de uma exigência ainda maior em relação à qualidade.

Empresas como EMS e Eurofarma já vêm se estruturando para esse cenário, investindo em tecnologias capazes de garantir alta pureza. Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com variações entre produtos e com a presença de impurezas, especialmente em formulações manipuladas, onde já há relatos de níveis acima do recomendado para peptídeos relacionados, o que pode impactar diretamente a segurança e a eficácia.

 

O desafio analítico da semaglutida

Do ponto de vista analítico, a semaglutida traz um desafio importante. Por ser um peptídeo, pequenas modificações estruturais podem gerar impurezas, e a capacidade de separá-las e identificá-las com precisão passa a ser essencial. Em estudos recentes utilizando LC-MS, a coluna HALO® PCS C18 demonstrou excelente desempenho na análise dessas impurezas, sendo capaz de separar e identificar modificações específicas, como alterações no N-terminal da molécula, com alto nível de sensibilidade.

 

Por que a HALO® PCS C18 se destaca

Isso acontece porque a tecnologia da HALO® PCS C18, da Advanced Materials Technology, vai além de uma C18 convencional. A presença de um ligante com carga positiva melhora significativamente a seletividade e o poder de resolução para peptídeos complexos, permitindo separações mais eficientes mesmo em casos desafiadores.

Além disso, a coluna é totalmente compatível com LC-MS utilizando modificadores mais suaves, como o ácido fórmico, evitando os problemas clássicos de supressão de ionização associados ao uso de TFA. Isso resulta em sinais mais limpos e maior confiabilidade nos dados de espectrometria de massas.

Outro ponto importante é o excelente formato de pico, com redução de tailing e maior eficiência cromatográfica, o que facilita a detecção de impurezas mesmo em baixos níveis, algo essencial quando falamos de controle de qualidade de peptídeos.

 

O que muda na prática

Na prática, isso significa maior segurança analítica em um cenário onde múltiplos fabricantes passam a atuar e a variabilidade entre produtos tende a aumentar. Ter um método robusto e uma coluna adequada deixa de ser apenas uma escolha técnica e passa a ser parte fundamental da garantia de qualidade e da conformidade regulatória.

 

A HALO® PCS C18 está disponível no Brasil com exclusividade pela Acore Consumíveis.

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