Na análise de agrotóxicos, as características do próprio analito podem representar um desafio para a separação cromatográfica — e o glifosato é um bom exemplo. Por ser altamente polar e ionizável, sua retenção pode ser limitada em condições convencionais de fase reversa. A análise frequentemente inclui também o AMPA (ácido aminometilfosfônico), seu principal metabólito e um importante marcador em estudos de exposição e monitoramento de contaminação em água e solo.

Para a determinação desses dois compostos, a SIELC Technologies apresenta uma aplicação que combina derivatização por FMOC com a coluna Chromni.

A proposta da Chromni é particularmente interessante para o desenvolvimento de métodos porque sua fase estacionária permite explorar diferentes mecanismos de separação — fase reversa (RP), HILIC, troca iônica, exclusão iônica e fase normal — em uma única coluna.

Na prática, isso amplia as possibilidades de ajuste da seletividade. Alterações na composição do solvente, no pH, na concentração de sais ou na força iônica podem modificar as interações com os analitos e, consequentemente, a separação.

Além dessa flexibilidade, a Chromni apresenta:

  • Tecnologia monofásica, sem empacotamento misto ou separação de fases
  • Compatibilidade com sistemas aquoso-orgânicos e solventes orgânicos
  • Baixo sangramento da fase estacionária, favorecendo aplicações com LC-MS e métodos de alta sensibilidade

Para compostos polares, ionizáveis e de difícil retenção, escolher a fase estacionária significa também ampliar as possibilidades de desenvolvimento do método.

A SIELC Technologies possui diferentes tecnologias de colunas voltadas justamente para separações em que os mecanismos convencionais nem sempre oferecem a seletividade necessária.

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Confira a aplicação completa: